QUAL É A SUA FILOSOFIA DE VIDA?



A diferença para quem não se faz perguntas é que passe a viver de forma inconsciente, por inércia e sem a capacidade de reflexão.

Um dos campos primordiais da filosofia de vida é ensinar como fazer as perguntas em vez de dar as respostas.

Não se trata de um modelo a ser ensinado, mas é primordial fazer a pergunta adequada ao seu projeto de vida e a constituição dele.

Em princípio, quais são as concepções que você tem sobre sua razão de existir e as razões de não existir?

O existir humano consiste em possibilidades que não podem ser apreendidas apenas pela visão e pelo tato.

A noção de existência aponta para o modo de ser do homem por completo, possibilitando uma reflexão sobre a sua experiência de vida.

Assim, espero que sucumbamos atrás de outras perguntas, porque isso nos dá alegria traduzida em “sabor do saber”. E por essa razão há mudanças de paradigmas!

Há 20 anos os paradigmas mais fortes eram: o trabalho integrado, a globalização e uma mudança no modo de emprego.

Hoje há enormes mudanças em relação a isso, mas permanece a preocupação sobre felicidade, sentido da vida e escolhas que traduzem nossa filosofia de vida.

A filosofia de vida não aparece só como autoria de sua parte, mas como caminhos que aparecem na sua jornada e que alteram as rotas. É a capacidade humana de reconhecer que existem propósitos.

Logo, não está fixada apenas no seu desejo de impor mudanças, mas é necessário também o exercício da atenção e do cuidado livre de expectativas, a fim de reexaminar seus limites e suas possibilidades.

Não se trata de uma procura fixa por qualidades positivas ou negativas, em ser alegre ou triste, de aumentar a esperança ou a desilusão. Mas de prezar por uma linguagem clara e sem jargões consigo mesmo.

Qual é a parte da realidade do seu mundo que você pode conhecer? Como você contempla essa realidade? Qual é a sua capacidade de ação diante dela?

Não existe uma resposta modelo, fórmula ou programa. Você não é uma máquina! Mas é necessário uma consideração sobre as perguntas adequadas para que a sua vida tenha mais a sua marca autoral, tenha mais significados e se empodere.

Portanto, isto não exige seguir um caminho já traçado, mas a liberdade para que você possa criar a trilha a partir de bons questionamentos e infinitas possibilidades.

Isso amplia sua capacidade de sabedoria, afinal a vida é autônoma e não faz você perecer sem sentido algum, desde que reflita.

À vista disso, permita-me levantar algumas indagações: qual é a origem daquilo que fazemos? Existe uma ação que você quer praticar, no sentido da realização pessoal, ou você já é “emancipado” em todas as áreas?

Que possamos afastar a mediocridade e sempre aprender. A vida é breve, a arte é longa, a oportunidade passageira, a experiência enganosa e o julgamento difícil, já preceituava Hipócrates.

E uma vida bem pensada e bem analisada é muito mais significativa. Amor a sabedoria é a base de toda filosofia ocidental.

Você tem afeto pelo saber? O afeto tem o sentido daquilo que nos toca e emociona. Não daquilo que nos anestesia, ou seja, leva a uma imobilidade.

O conhecimento de nós mesmos nos mobiliza, e move em cada momento, uma possibilidade. Ter zelo pela sabedoria, autoconhecimento, capacidade de não desistir e ir buscar faz com que a gente siga com determinação, coragem, alegria e humildade intelectual.

Topa filosofar sobre isso?


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