META E VERSO OU METAVERSO?


Pessoas querem ser o que não são? Você gostaria de ter outra vida? Você deseja ter outra aparência?

Nas redes sociais, já estamos acostumados a viver uma vida fruto de uma visibilidade que não corresponde à realidade. Você já viu alguém postar tristeza na sua “timeline”?

A internet mostra os desejos ocultos de muitas pessoas, aqueles sonhos quem precisam ser divulgados e o momento alto astral.

A realidade da web comporta tudo, não é sensacional?

Chega até causar inveja em alguns. “Nossa que vida perfeita a dele.”

Esse comportamento de ir além do que se é, acontece todos os dias. Atire a primeira pedra aquele que não está conectado com o mundo das aparências.

O desconhecido amedronta, mas também faz inovar. Através das redes sociais ganha-se autoridade e imprime-se o sentimento da vaidade.

Apesar do impacto que as redes têm nas nossas vidas, ainda é possível diferenciar a realidade do digital.

Mas em breve essa linha vai ficar ainda mais tênue. Você já ouviu falar do Metaverso?

A meta é ser, o verso é compreender! A união das palavras, “metaverso”!

É um local onde todo tipo de desejo pode acontecer. Você será transformado num avatar e desfrutará do ter, poder e querer!

A convergência de tecnologias vai criar um espaço para experiências inclusivas, acessíveis e imaginativas. Serão vários avatares à sua disposição.

Que tal se achar melhor do que você é?

No metaverso é possível! Essa realidade será comum e rotineira em breve. Será um mundo, entre vários outros, que vamos coabitar.

Sua personalidade física vai se unir com a sua persona digital. E o que acontecerá com um, afetará o outro e vice-versa.

Você poderá ser um(a) top model, um(a) cantor(a), um mágico, o que você quiser ser dentro desse ciberespaço.

Tem gente que não acredita nessa realidade virtual. Mas existem vários segmentos nesse mercado e vivências que extrapolam a casa dos milhões de dólares.

Para você ter uma ideia, já existem várias embaixadas, de inúmeros países, que estão abertas no metaverso.

Existirão novas formas de comercialização. Artes digitais já estão sendo vendidas como físicas. Você compraria um quadro virtual por 69 milhões de dólares?

Inclusive, já existem fundos para investir nessa nova fronteira digital. A moeda é a criptomoeda.

Todas as análises e relatórios divulgados na mídia mundial levam para essa direção do mundo tecnológico inclusivo. A corrida do quem vai chegar primeiro.

Você vai se sentir pertencente, de corpo e mente, a essa realidade tridimensional.

O que não se fala ainda é: como distinguir os mundos vividos? Será que o mundo virtual não vai adoecer o mundo físico, a ponto de você não querer voltar para a realidade vivida?

Porque no mundo tecnológico tudo podemos! Mas e no mundo corpóreo? Do que correremos? Das metas e dos versos?

Será que estamos preparados para viver uma realidade fictícia com escopo de “realista”? Já não somos “mestres” nisso?

Qual a escolha: ser tudo o que você puder no mundo físico ou tudo o que você quiser, no mundo computacional?

A realidade desejada é mais tangível no virtual, sem dúvida! O receio é a mistura dos universos.

O que será legítimo e o que será “jogado”? Hoje a resposta parece fácil, mas, e se você relê esse artigo amanhã?

Não deixe de explorar suas metas e de redigir seus versos, independentemente do hemisfério digital palpável ou não. A realidade ainda não é tridimensional, mas em breve também será!

Espero que saibamos distingui-las. E se a energia faltar, que a gente saiba em que mundo estar.




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