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O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO?


Quantas vezes você deixou de fazer alguma coisa, por que sentiu vergonha ou teve medo de ser julgado, ou rejeitado?

Quantos anos você perdeu da sua vida trabalhando com algo que não gosta?

Quer mudar suas respostas?

A sensação é que todos nós temos um sentimento secreto de que não é bom o bastante, que é um impostor.

Parece que você vive uma farsa fazendo o que faz, sendo quem é.

Você tem esse sentimento? E se ele for descoberto, o que você vai fazer?

As pessoas parecem perdidas, pois o mundo cobra muito delas.

A percepção é de que a gente tem todas as certezas e de que tomamos certas decisões para honrar as expectativas dos outros.

Diante desse sentimento, gera-se uma insegurança para ser quem é, perdendo a vontade de demonstrar esse “eu”, e assim acaba se escondendo do mundo, mas não de si.

O medo de demonstrar as fraquezas, sentimentos, faz muitas pessoas se ocultarem do mundo e deixar de trazer à tona quem realmente são.

Você é assim?

No meu consultório, eu atendo muitas pessoas com essas características que se sentem incompreendidas, injustiçadas, solitárias, perdidas...

E observar elas se transformarem é o que me estimula a sair da minha cama, todos os dias, pois esse é o meu propósito de vida.

“E como eu encontro o meu?”

Saia do casulo, transforme-se, mas não vire um camaleão!

“Como assim?”

O pensamento mais recorrente e confortável é: “Se estão todos indo para essa direção, eu também vou. Assim eu não gero um conflito.”

Ao pensar e agir assim, isso vai gerar uma angústia. E um dia você vai querer sair desse “casulo” e viver o que você sonha. Pode acreditar!

Só que enquanto isso não ocorre, a angústia vai tomando conta, pois para muitos é difícil mostrar quem eles são.

E enquanto você não quebrar esse ciclo vicioso, que não te leva para o lugar esperado, será muito difícil ter conexões verdadeiras consigo e com os outros.

Assim, o medo da rejeição faz você se privar.

E em 2023 também vai ser assim?

Já se passaram mais de 30 dias e o que você fez para mudar isso?

Quando você é rejeitado uma vez, você pensa que tudo pode acontecer de novo. Então, o comportamento natural vai ser se esquivar de uma nova rejeição.

Dessa maneira, você usa a estratégia do casulo ou do camaleão. Na primeira você se oculta para se proteger do mundo, escondendo suas melhores partes.

Esse tipo de pessoa não se relaciona muito com os outros, evita omitir sua opinião e fica se resguardando para não criar conflito com ninguém.

Logo, não vive grandes alegrias e nem decepções. Mas, está presa em si mesma.

Já na estratégia do camaleão, a pessoa se adapta ao que está acontecendo, se colocando dentro de uma “normalidade”, ou seja, do fluxo dos acontecimentos.

Se fulano faz isso e todos gostam dele, eu vou ser parecido com ele. Esse sujeito, normalmente, se relaciona com o tipo de pessoa que os pais gostariam e faz uma faculdade que todos dizem que é legal.

Portanto, não consegue viver a verdade que está dentro dele. E não vivendo isso, cada vez mais sua angústia aumentará, continuando a se sentir frustrado.

Você já se machucou alguma vez fazendo algum esporte?

Quando a gente se machuca, ficamos mais vulneráveis e o sentimento de receio fica conosco, pois acabamos mais sensíveis e expostos ao mundo.

Mas é importante ressaltar que o medo não pode ser maior que a vontade de se exercitar, de fazer o que gosta, de se divertir...

Então concluímos que não é necessário ter medo de falhar, mas sim, ter medo de não tentar.

Antes do medo de ser rejeitado, não é você que se rejeita, quando opta por escolher um caminho que não é o seu?

Já pensou em reverter esse papel e passar a provocar a aceitação dos outros?

Ceder um sonho é ceder uma parte da sua vida. Pense nisso!

É consentir que aquilo que você tem de mais verdadeiro, seja ofuscado pelo comodismo de seguir um caminho que não é o seu.

Quando seguimos um sonho é normal que apareça desapontamentos. E para realizarmos certas escolhas, portas são fechadas e obstáculos precisam ser vencidos.

Quem é melhor desapontar, a si próprio ou outra pessoa?

Você precisa acreditar no que você quer ser e não no que os outros dizem que você é ou vai ser.

Por exemplo, tem gente que não gosta dos meus artigos e tudo bem. Eles têm seu direito de escolha, e eu também.

Agora, eu devo parar de escrever, por que não agradou a “A” ou “B”? O importante, neste caso, é a essência do que eu acredito ou o medo do julgamento alheio?

Acredite em você!

Eu já recebi o feedback que a leitura do meu texto fez a diferença na vida de alguém, gerando um estímulo para efetivar uma mudança.

Mas se eu ficasse no meu casulo com receio ou me transformasse num camaleão, para lidar conforme a situação, isso aconteceria?

A sua conexão com o mundo depende da sua abertura, caso contrário, viverá escondido na sua própria armadura. A quem diga, que poderá passar a vida recebendo ou emitindo julgamentos.

O que te protege do mundo exterior é também o que te impossibilita de acessá-lo, ou seja, se você não se abrir e for sincero com o que sente, terá sua vida sentido?

Não exclua as suas verdades, a sua luz própria. Quem ilumina seu caminho é você, e não terceiros. Alguns ajudam e outros ofuscam a caminhada, mas isso faz parte da jornada.

Não dá para viver só com o “deixa para depois”, pois o “depois” pode não chegar.

O que nos conecta são nossas imperfeições. E quando cuidamos delas, chegamos lá!

Mas, se não cuidar, vai ficar sempre esperando pelo novo “artigo” para estimular uma ação.

Busque seu encontro!

“Mas eu não dou conta sozinho.”

Procure ajuda profissional! Você não é perfeito, e não precisa dessa perfeição para ser quem você é.

Lembre-se: o autoconhecimento é a única maneira para você buscar essa autoaceitação.

Como dizia Jung: “Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta.”

E aí, vai despertar ou não em 2023? Já estamos em fevereiro, hein?!




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